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Walk the talk

Atualizado: 1 de ago. de 2025



Em tempos de excesso — de consumo, de opiniões, de pressa — a coerência tem se tornado um bem escasso.


Seja VUCA, BANI ou líquido (Bauman), somos constantemente expostos a pressões por decisões rápidas, relações descartáveis e conteúdos superficiais. Nesse contexto, muitos se perdem em discursos que não se sustentam na prática ou ao longo do tempo.


Ser coerente é alinhar discurso e ação. Mas se esse alinhamento não estiver fundamentado em caráter e valores sólidos, torna-se inócuo. A coerência, então, perde sua função estruturante, dissolvendo-se em conveniências circunstanciais — o que compromete a confiança, a consistência e a credibilidade, tanto pessoal quanto profissional.


Complementarmente, é a humildade que potencializa a coerência. Humildade não é submissão, mas disposição contínua para aprender, escutar, revisar e melhorar. Ela permite a autocrítica necessária para que a coerência não seja rigidez, mas integridade com flexibilidade.


Juntas, elas não apenas definem a qualidade das nossas relações profissionais e decisões estratégicas, como também ampliam nossa capacidade de navegar com clareza em contextos ambíguos, acelerados e voláteis.


A humildade transforma. A coerência sustenta!


 
 
 

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