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Vale a pena contratar uma consultoria?

Atualizado: 17 de jul. de 2025

A resposta é: depende de quem você contrata.


Grandes firmas possuem estruturas padronizadas e propostas genéricas enquanto a atuação de um consultor independente traz uma proposta personalizada e prática, unindo experiência de campo com fundamentos sólidos — aqueles que já estiveram do lado de dentro e agora estão prontos para gerar valor do lado de fora.



A boa consultoria não é uma palestra motivacional nem um slide bonito. Ela nasce de um diagnóstico técnico, de uma escuta ativa, de um olhar treinado que conecta teoria e prática. E quando aplicada com sensibilidade e propósito, ela se transforma em resultados concretos.


Conflitos de interesse entre gestores e acionistas podem minar decisões importantes. Um consultor externo, com independência, ajuda a trabalhar os ruídos e a trazer clareza, fomentar o alinhamento para decisões críticas e amparado nos propósitos e valores das organização.


Outra perspectiva é a capacidade de agregar repertório e ferramentas que talvez não estejam acessíveis aos executivos ou a empresa em um determinado momento. Há também a visão de que esta atuação possa ser um catalisador para destravar perspectivas, aprendizados e mudanças culturais.


Consultoria é o compromisso com gerar valor real, com base em conhecimento sólido e experiência prática. Não se trata de vender soluções de prateleira, mas de co-construir estratégias sob medida, ancoradas na técnica, mas feitas por quem vive e viveu o dia a dia.


Portanto, ao considerar uma consultoria, vai além da marca ou do nome. Avalie o profissional. Pergunte o que ele viveu, o que já resolveu, como atua e o que entrega. O valor está na competência.


Referências Bibliográficas

  • BARNEY, J. (1991). Firm resources and sustained competitive advantage. Journal of Management.

  • JENSEN, M. & MECKLING, W. (1976). Theory of the firm: Managerial behavior, agency costs, and ownership structure.

  • PFEFFER, J., & SALANCIK, G. R. (1978). The External Control of Organizations.

  • PORTER, M. (1980). Competitive Strategy.

  • SENGE, P. (1990). The Fifth Discipline.

  • ARGIRYS, C. & SCHÖN, D. (1978). Organizational Learning.

  • GREINER, L. E. (1972). Evolution and revolution as organizations grow.

  • DIMAGGIO, P. & POWELL, W. (1983). The iron cage revisited.

 
 
 

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